No último domingo, ao acordar, ocorreu-me o flash de um sonho tido àquela noite. Vi meu celular no fundo de uma lagoa ou piscina. Como ainda estava ligado, funcionando, tranquilize-me. Bastaria tirar, deixar secar e tudo estaria bem. Não sendo algo emocionalmente marcante, permaneceu esquecido daquele momento em
diante.
diante.
Mais tarde, enquanto almoçava, minha mãe me telefona. Na sua forma um pouco apressada e ansiosa, explicou que meu padrasto havia contratado um plano de telefonia novo e resolvera dar o chip adicional para mim. A vantagem é que eu poderia usar uma boa franquia de internet incluída no plano. De quebra, já foi apresentando soluções, como me ajudar a comprar um celular com dois chips ou um aparelho novo etc. Mas eu gosto de pensar antes de tomar decisões, principalmente se sinto que estão decidindo por mim, então pedi para pensar e responderia em seguida. Alguns minutos depois, resolvi ficar com o chip. Não me interessa um número novo mas o plano será útil quando precisar da internet. Avisei a eles e agradeci.
Logo depois da decisão, lembrei-me daquele breve sonho. Minha mãe havia contado, aceleradamente, o porquê do novo plano. Na verdade, meu padrasto havia ido à loja comprar um celular novo e lhe ofereceram um plano adicional. O motivo da compra do aparelho? O antigo havia estragado após cair na água.
Me impressionei com o fato de ter sonhado sonhado com um celular dentro da piscina no mesmo dia em que meu padrasto deixa cair o seu na água. Dois eventos que talvez aconteçam uma vez na vida ocorreram no mesmo dia e se conectaram, através do chip com o qual fui presenteado.
Neste ponto alguns céticos de carteirinha começam a dar palpites de que eu, de alguma forma, fiquei sabendo da queda do aparelho. Só se conseguirem explicar como fiquei sabendo de algo que se passou a quilômetros de distância sem manter qualquer comunicação com as pessoas envolvidas. Em fim, o palpite é livre, embora palpites não bastem para solucionar questões. Em um artigo anterior, apresentei de maneira introdutória por que nos sonhos chegamos a captar informações incomuns. Em breve falarei sobre mecanismos que podem estar por trás dessas "coincidências".
Você já teve sonhos que parecem anunciar o dia seguinte? Aguardo seus comentários 😉
Me impressionei com o fato de ter sonhado sonhado com um celular dentro da piscina no mesmo dia em que meu padrasto deixa cair o seu na água. Dois eventos que talvez aconteçam uma vez na vida ocorreram no mesmo dia e se conectaram, através do chip com o qual fui presenteado.
Neste ponto alguns céticos de carteirinha começam a dar palpites de que eu, de alguma forma, fiquei sabendo da queda do aparelho. Só se conseguirem explicar como fiquei sabendo de algo que se passou a quilômetros de distância sem manter qualquer comunicação com as pessoas envolvidas. Em fim, o palpite é livre, embora palpites não bastem para solucionar questões. Em um artigo anterior, apresentei de maneira introdutória por que nos sonhos chegamos a captar informações incomuns. Em breve falarei sobre mecanismos que podem estar por trás dessas "coincidências".
Você já teve sonhos que parecem anunciar o dia seguinte? Aguardo seus comentários 😉

Muito interessante!! Eu tive um sonho pré monitório com a morte do meu pai e mais alguns outros. Mas é aqueles sonhos que aparentemente não têm significado, ou melhor, uma comprovação posterior? Como poderíamos interpreta-los?
ResponderExcluirA mente coloca algum significado em tudo que passa pelo seu crivo. Se algo é significativo, é porque chamou atenção em alguma medida. Há vários métodos de explorar e descobrir os significados das coisas mas é muito extenso para explicar aqui. O mais fundamental é o método de livre associação de ideias, que deu origem à psicanálise.
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